O fluxo migratório dos irmãos e irmãs da Venezuela, se espalha por todo Brasil e, aqui no Piauí, não é diferente do resto do país. Em maio de 2019, começou a chegar os 50 primeiros venezuelanos/as de etnia Warao em Teresina e hoje já são 297 indígenas que se encontram abrigados em 03 (três) espaços mantidos pelo Governo do Estado e com gestão de responsabilidade da Prefeitura Municipal de Teresina.
Desde do início da chegada deste/as indígenas na Capital, se instituiu um grupo de trabalho para somar esforços na tentativa de seguridades dos seus direitos. Vale ressaltar grupo não formalizado oficialmente, porém formado por muitas organizações, governamentais e não governamentais (Caritas Teresina, Serviço Pastoral de Migrante, Caritas Regional Piauí, Pastoral do Povo de Rua, MP3(Movimento Paz Pela Periferia, Comissão de Direitos Humanos da OAB-PI (Ordem dos Advogados do Brasil), DPU(Defensoria Pública da União), DPE(Defensoria Pública do Estado), UFPI(Universidade Federal do Piauí), MPE(Ministério Público Estadual), FUNAI(Fundação Nacional do Índio), SASC(Secretaria Estadual de Assistência Social e Cidadania), SEMCASPI(Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas) SUPRES(Superintendência Estadual de Relações Sociais), desde então estamos na construção de ações que estabeleçam seus vínculos e viabilizem a garantia de seus direitos levando em consideração sua cultura e suas formas de movimentação.




